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MICRO, MINI OU NANO? DESCUBRA QUAL É O CHIP DO SEU CELULAR / EQUIPAMENTO

Dos 3 modelos mais usados, o maior e mais antigo deles é o mini-SIM (25mm x 15mm x 0.76 mm), conhecido tambem por 2FF. Por ser o mais antigo, é o mais usado pela maioria dos rastreadores veicular, módulo GPRS para Central de Alarme e terminal POS (maquinetas tipo as de Cartão de Crédito). O micro-SIM (15mm x 12mm x 0.76 mm), ou 3FF, surgiu com o iPhone 4 e por fim, no nano-SIM (12,3mm x 8,8mm x 0.67mm), ou 4FF, com a diminuição do material plástico ao redor do contato, ficou apenas a parte metálica, que é a parte eletrônica do sim card.

No início da comercialização do micro-SIM, principalmente quando as operadoras brasileiras ainda não o comercializavam, muitos optaram por cortar um mini-SIM com tesouras, estiletes ou alicates para transformá-lo num micro. Essa prática ainda é comum, apesar de não ser recomendada pelas operadoras. A adaptação é possível, pois eles são compatíveis, o que muda é apenas o corpo de plástico que envolve o chip.

Assim, surgiram até alicates cortadores (entre R$ 10 e R$ 30) para facilitar a tarefa, e moldes (gabaritos) em papel para riscar o chip na medida correta e depois cortá-lo. Isso não é apenas um “jeitinho brasileiro”: muitos países apelam para essa gambiarra.

Da mesma forma, podemos cortar um micro-SIM e transformá-lo em um nano-SIM. A adaptação, no entanto, requer um pouco mais de sutileza, pois o corte é rente ao chip. O nano também é mais fino (0.67mm) que seus antecessores (0.76 mm). Por isso, o ajuste de tamanho pode não funcionar.

Para realizar o processo inverso, ou seja, transformar um chip menor em um maior, é necessário o uso de adaptadores, que normalmente custam até R$ 10. Esses adaptadores são molduras de plástico que acomodam um chip. Quem compra um dispositivo novo deve ficar atento ao padrão de chip e solicitar um SIM adequado para não ter a dificuldades.